Sunday, March 05, 2006

Prognósticos para os óscares

Espero que seja uma noite cheia de Felicity.

Good night, and good luck.


P.S.1 - Pedimos desculpa pela densidade considerável de trocadilhos parolos.
P.S.2 - Não vale falar do Jon Stewart

Ecos da miserabilidade II

É chegar cedinho da rua, porque amanhã acorda-se cedo para a fisioterapia. E para tratar do assunto LIDL. Que não é compras.

Ecos da miserabilidade I

É esperar agora pela boleia para ver o jogo que dá na "outra televisão".

Wednesday, March 01, 2006

Chega de forró

Fosse a vida este forró. Começo a achar que o meu futuro está no "Finalmente" ou no "Trumps". Ganhasse eu dinheiro para performar enquanto mulher obesa. Um dia mulher da vida, no outro a vida no anos 20. "En femme". Agora só para o ano. Acho. Qualquer dia, estou mesmo aí nas palhas estendido.

Sunday, February 26, 2006

"I am what I am" moment

Este ano, até contra as minhas convicções, folio "en femme".

Mas já ganhei um honroso 3º prémio.

Tuesday, February 21, 2006

-aquele que não tem mais nada que fazer adj. masc. dimin.:"calãozinho"

É uma das maravilhas do desemprego. Pensar em coisas. Dei por mim numa reflexão pertinentíssima sobre um dos grandes mistérios do mundo que tem sido injustamente negligenciado. São os livrinhos de passatempos. Os "cruzadexes" deste mundo que decoram, juntamente com aquelas molas pretas de escritório, os quiosques deste Portugal.
Primeira Questão: quem os fabrica? Quem é o senhor que nas finanças declara que é "fazedor de palavras cruzadas"? Como é que é o dia-a-dia de um profissional deste gabarito? -"Aaaaah...vou só descobrir um rio na Argentina com sete letras para cruzá-lo aqui com "estomatologia" e ainda vou sair às cinco pr'a ir ao dentista". Ou há um computador que a NASA anda pr'a comprar há cinco anos, que gera 40 páginas de quebra-cabeças diferentes por semana para entreter aquela escritorária que apanha o comboio das seis e meia?
Segunda Questão: há mais que um "cruzadex". Há concorrência. Existirão lendárias e sangrentas guerras editoriais? A par da Cofina Vs Impresa, existirá uma Gentil Martins editores Vs Edições Craveirinha? Não consigo dormir.
Terceira Questão: esta particularmente enigmática. Porque é que nas capas destes magazines figuram SEMPRE as mulheres dos calendários de oficina, mas vestidas? Bem sei, não há resposta.
Quarta Questão: quem são as pessoas que compram os ditos magazines e qual a JUSTIFICAÇÃO? Diáriamente, todos os jornais diários (passo o pleonasmo) publicam pelo menos um sudoku, uma palavrinha cruzada e o injustamente esquecido problema de bridge. Vantagem: além dos passatempos, trazem notícias nas outras páginas. E para poupar a reflexão, não traremos para a discussão os DESTAK's, os METRO's e o best seller DICA DA SEMANA.
Moral da história:
Arranjem-me um emprego (pode ser quase) digno e eu prometo que paro de escrever.

Desabafo

Hoje é daqueles dias onde gostava de não gostar de bola.

Monday, February 20, 2006

Viva la raza!!!

Gosto de luta livre. Ou melhor, de Wrestling. Luta, nem livre nem presa, acho que sou o pior lutador da história, até porque não me lembro de nenhuma vez ter "andado à porrada". Porque andar implica "dar". Só por isso. Adiante. A par dos morangos e dos DZR'T (e a piada que me dá ver psicólogos, sociólogos e coisólogos mais a comentar o fenómeno, como se de um fenómeno se tratasse) outra moda se instala na juventude, neste caso dos homenzões dos 12, 13 anos. E eu gosto. Ai se gosto!!! Ainda mais do que quando tinha 12, 13 anos. E via aos sábados de manhã o Tarzan Taborda a falar de não sei quem e o meu pai a falar do Tarzan Taborda. Mal. E nos meus 12, 13 anos, acreditava que aquilo tudo era pancada da grossa. Que o Razor Ramon tinha muito estilo. Ele e aquele senhor do barrote. E conformava-me num suspiro pequeno com a realidade de não ter uma parabólica das boas, das que apanhavam a SKYone.
Agora sei que não é de verdade! A parte da pancada da grossa. Tudo o resto é de verdade como qualquer coisa. O entretenimento. O desporto. Porque o desporto ainda pode ser desporto sem competição. Pode, não pode? Mesmo que não pudesse. O entretenimento. Argumentos mais densos que qualquer "especial morangos de domingo" (bem sei que não é dificílimo, nem dificil, nem grande coisa). Redes mais complexas de relacionamento. Mesmo existindo os bons e os maus, divididos em personagens mais ou menos fantasiosas e alegóricas. E atletas fantásticos. (Pode então existir desporto, se existem atletas?) E mesmo que o não fossem. Excelentes entretainers. Melhor que os atletas de verdade. Aqueles da porrada da grossa. Ou do futebol. Aqueles da porrada da grossa do futebol.
Ontem, ao gritar embaraçado as vitórias que já sabia irem acontecer, percebi como gosto de assistir às minhas modalidades predilectas. Wrestling a fingir, futebol a sério. Pena que ultimamente, só a primeira premissa tem sido satisfeita. Até lá...

Wednesday, February 15, 2006

GRIPE

É a cabeça que além de ser naturalmente grande, pesar em grande.
São os olhos que fingem que estamos na cama.
É falar por interjeições.
É o pingo no comboio e a senhora da frente a ver.
É o ouvir que estamos muito calados.
É o ouvir pouco.
É o desmarcar um cinema planeado e desejado.

E quando se está com gripe, escreve-se isto (...)

Tuesday, February 14, 2006

Soundbites 1

"(...)em Espanha emagreci 7kg numa semana. Só comia gelados." 10.02.2006 - jovem estudante de Instituição Académica

Mil e uma razões para sair de casa

1 a 1001 - gargalhadas da família a ver os batanetes.